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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Especial Steve Jobs

Pessoal:

Não foram poucas as vezes que mencionamos Steve Jobs aqui na Tribo do Mouse, e certamente ele vai continuar sendo mencionado aqui por muito tempo. Esse artigo compila alguns textos e podcasts nos quais falamos sobre o gênio da Apple.

Raio-X da Tribo - Steve Jobs: Análise do Dr. Zambol sobre o CEO da década ressaltando as lições aprendidas com o mestre.

Síndrome de Steve Jobs: Crítica de DelaVega ao estilo de gestão de Jobs, e um aviso aqueles que buscam imitá-lo.

- Tribuna da Tribo (Podcast): Análise sobre a sobre a nomeação de CEO da década recebida por Steve Jobs


- Tribuna da Tribo (Podcast): Review do livro "The Second Coming of Steve Jobs", uma biografia não autorizada que conta a história do retorno à Apple e o sucesso com a Pixar.

Para quem quer saber mais sobre Steve Jobs enquanto a biografia oficial não é lançada:
Jack DelaVega

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sete Passos para o Fracasso


São sete atitudes fáceis, que todos nós praticamos vez por outra. Siga essa lista e eu lhe garanto: Você vai obter o fracasso antes mesmo do que você imagina!

- Contente-se com o “Mais ou Menos”: Volta e meia nos encontramos aquele amigo ou colega de longa data ao qual perguntamos como vão as coisas e a resposta é: “Mais ou Menos”. Não seja essa pessoa! Ao contentar-se com o “Mais ou Menos” você deixa, na maioria das vezes, de buscar o bom, que dirá o ótimo.

- Ignore seus Valores: É uma opção realmente tentadora. Abandonar a ética em prol do “jeitinho”, deixar de fazer o que se acredita por mais grana no final do mês, abandonar um sonho antigo por conta de uma expetativa que os outros têm de nós. E, quando menos nos damos conta, deixamos de fazer a coisa certa para fazer a coisa fácil.

- Arranje Desculpa para Tudo: Esse é um padrão recorrente de todos os fracassados, todos têm desculpa para a sua situação, normalmente, bem elaborada: Ah, sou assim por culpa dos meus pais, esse governo que não ajuda, o clima ano passado não foi favorável. Incrível, não? O problema é sempre o outro, e como é do outro, não há nada que possamos fazer a respeito.

- Comemore as derrotas alheias: Esse é, provavelmente, o degrau mais fundo na escada do fracasso. Preste atenção especial a ele. É um indicativo que algo não vai bem com a sua vida, que estamos focando nas coisas erradas. Comemorar as derrotas dos outros é um sinal claro de que deixamos de vencer ou, pior ainda, que vencer já não importa mais.

- Esqueça as suas Paixões: O que você gosta de fazer? O que realmente lhe dá prazer? Pessoas bem-sucedidas são justamente aquelas que perseguem seus sonhos até transformá-los em realidade. E não estou falando apenas no sentido profissional, nossos sonhos são o que nos definem como pessoas, nossas vitórias só fazem sentido quando alinhadas a eles. Você pode até vencer, mas, se deixar de buscar seus sonhos, que valor isso tem?

- Reclame, Reclame e Reclame: Reclame de tudo, reclame bastante. Reclame das coisas boas, que já não parecem tão boas, e das ruins também, que agora são piores do que nunca. Reclame até afastar de você os amigos e pessoas queridas, que não aguentam mais ficar perto de um sujeito que só reclama da vida. Ah, e não se esqueça de arranjar uma boa desculpa também.

- Desista na Primeira Derrota: O mito do talento nato não passa de cascata, de mito mesmo. Acreditar em um caminho fácil para o sucesso é exatamente o que vai colocar você mais longe dele. O sucesso deve ser conquistado, uma vitória de cada vez, e para cada uma delas, contabilize pelo menos dez derrotas. Como diria o meu amigo Reggie: “Não estamos falando de uma corrida de cem metros rasos, isso é uma maratona.”

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Jack DelaVega

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A América perdeu a Graça


Estou essa semana nos Estados Unidos, é a minha primeira vez de volta à terra do Tio Sam depois de 2008. Antes disso morei dois anos por aqui, no estado do Texas, uma espécie de Rio Grande do Sul americano.

Encontro um país em certos aspectos bastante diferente do que deixei há três anos, saí um pouco antes da crise chegar com força, crise da qual os americanos ainda não se recuperaram completamente. A grande diferença, porém, diz respeito aos meus hábitos de consumo. Um dos meus grandes prazeres na América era visitar livrarias e comic stores. Hoje, ao passar por um shopping, vejo uma loja da Borders fazendo uma queima de estoque depois de decretar a recente falência. O fato é que os meios digitais acabaram com esse prazer, atualmente compro tudo na Amazon e segundos depois tenho os livros no Kindle. O mesmo vale para as histórias em quadrinhos, cujas versões digitais já superam o papel.

Ainda bem que ainda existe o cinema, outra das minhas paixões. Até a pipoca costumava ter um gosto diferente nas salas daqui, mas o que chamava a atenção mesmo era a possibilidade de assistir filmes que levariam meses para chegar ao Brasil. Hoje, porém, eles chegam às vezes primeiro por lá. O mesmo vale para a televisão, os seriados agora são lançados simultaneamente, e para os que não são, existem os torrentes e meios menos legais. A última grande vantagem dos Estados Unidos nessa área, a Netflix, foi lançada no Brasil duas algumas semanas atrás.

Nas ruas vejo os mesmos carros do Brasil, Hundai, Ford, GM e Toyota lançam seus carros globais nos dois mercados. Tudo bem, eles são bem mais baratos aqui, isso não podemos negar. E as coisas que só estão disponíveis por aqui? A Amazon, por exemplo? Boas notícias para os consumistas de plantão, a maior loja online do planeta tem a operação planejada para o no começo do próximo ano.

E o mercado de trabalho? Apesar de estar se recuperando da recessão, o mercado americano ainda caminha a passos lentos, principalmente quando comparado ao brasileiro. Algumas áreas, como a de tecnologia, estão aquecidas, mas no geral o quadro não é bom. Talvez aqui a grande mensagem seja: Você ainda pode ter uma grande carreira trabalhando nos Estados Unidos, mas isso também é possível no Brasil.
Claro que existem passeios muito legais por aqui, os parques de diversão da América continuam imbatíveis. Mas aí tenho um problema pessoal, isso perdeu a graça quando não estou com os meus pequeninos, o que não foi o caso dessa vez. Sobrou mesmo a comida, e come-se muito bem na América, ainda mais para um sujeito que adora hambúrgueres e pizza. 
Não me entendam mal, não estou desmerecendo a América, os Estados Unidos ainda são a maior nação do planeta, possuem grandes universidades e produzem grande parte da propriedade intelectual, tecnologia e entretenimento da face da terra. Eles só perderam um pouco a graça, ou será que, na verdade, foi o Brasil que ficou mais interessante?

[]s
Jack DelaVega

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Gerência de Cagaço


Enquanto esperava o voo, Nicolas tentava relaxar no saguão do aeroporto, na esperança de esquecer o momento que passava na empresa. Foi quando se deu conta da pitoresca figura sentada a seu lado. O sujeito, “fantasiado de gaúcho”, vestia bota, bombacha e chapéu, completava o quadro o lenço vermelho no pescoço e a boleadeira na cintura. Como ele conseguiu passar com a boleadeira pela segurança? Isso não era considerado arma branca? Destoava do cenário campeiro o iPad, no qual o gaúcho divertia-se com as notícias diário digital oBairrista.com. Nicolas reconheceu de imediato a figura, estava ao lado do maior consultor de gestão de projetos do Brasil, e muito provavelmente do mundo, Erci Gomes, o mítico Pampeador de Projetos.

Logo em um dia como hoje, isso só pode ser intervenção divina, pensou. Tomou coragem e abordou o ídolo:
- O Senhor me desculpe a intromissão, mas sou seu fã, já assisti várias das suas palestras e comprei todos os livros.
O Pampeador virou sorrindo:
- Mas muito bom saber, tu sabe que tenho uma tropa de mandinho pra alimentar em casa.
Incentivado pela recepção positiva, Nicolas continuou:
- Também sou gerente de projetos. Iniciante, nem de longe tenho a experiência do senhor. Estou passando por uns problemas no trabalho, o senhor se importa de bater um papo a respeito?
- Primeiro que o Senhor é aquele véinho sentado lá no céu de barba branca. E nada melhor do que uma boa prosa para passar o tempo. Estrebucha vivente, o que te aflige?
- A situação é a seguinte: Me ofereceram um projeto novo na empresa, é um produto com alta visibilidade e muito importante para o negócio. O problema é que o cronograma é bem apertado e a equipe é nova, tenho receio de aceitar o desafio mas não conseguir entregar o esperado.
- Ah, mas esse problema é teu e de toda a torcida do Colorado. Deixa eu te perguntar uma cousa: Tu sabe quais são as duas coisas que um grande gerente de projeto tem que os outros não tem?
- Não.
- A bola direita e a bola esquerda.
- Como?
- Desculpe o termo, mas como nós falamos lá no sul, um bom gestor tem que ter culhões. Assumir riscos faz parte do batente, e quem não faz certamente está na profissão errada. Digo isso com orgulho: No nosso ramo, cagalhão não vai longe.
Erci continuou:
- Mas, lembra: Assumir riscos é só a premissa. Um bom GêPê tem que gerenciar o risco, trazer ele no cabresto que nem cavalo chucro. Não pode tirar o olho dele nem quando vai dormir. E sempre ter um plano B, gerente preparado vale por dois.
- Puxa Pampeador, show de bola! Essa era a dica que eu estava precisando, agora já sei o que fazer. Acho que é o nosso voo que estão chamando, vamos embarcar?
Mas a cara do gaúcho havia mudado, como a de um homem enfrentando o corredor da morte.
- Não acredito Pampeador, medo de avião?
- Se tu contar pra alguém eu te esgoelo! Se deus quisesse que Gaudério voasse, cavalo tinha nascido com asa.

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Jack DelaVega

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Vendedores, esses Vendedores


A equipe estranhou quando Danilo chegou ao escritório com cara fechada e foi direto para sua sala. Conhecido pelo sorriso largo e descontração, Danilo era um diretor comercial de uma empresa de serviços gráficos, tinha um talento único de tornar o estressante trabalho da equipe de vendas um pouco mais leve. Estranhamente seco naquele início de tarde, ele mandou chamar um de seus gerentes. Ao encontrar o chefe com a cara fechada Rogério sabia que não podia ser coisa boa:
- Preciso falar com o Pacheco e o Sinval.
- Sem problema, vou chamá-los agora mesmo. Você pode me adiantar sobre o que se trata?
- Não, só preciso desses dois vendedores aqui imediatamente.

Rogério não os encontrou no escritório e começou tentar os celulares. Para seu desespero as chamadas só caíam na caixa postal. Retornou ao chefe:
- Estou tentando os celulares dos dois, mas só recebo caixa postal.
- Descobre onde eles estão o mais rápido possível e me avisa, é importante Rogério.

Ele seguiu tentando sem sucesso: 14:30, 15:00, 15:30, 15:45, 16:00. Às 16:15 Sinval finalmente atendeu à chamada:
- Onde é que você está rapaz?
- Opa chefe, estávamos eu e o Pacheco em uma visita à cliente, a recepção do celular não é muito boa por lá.
- Vem pra cá agora cara, o Diretor está louco atrás de vocês dois.
Sinval desligou o aparelho nervoso, olhou para o colega e comentou resignado:
- Deu merda!

Tentaram entrar sem chamar a atenção, mas a notícia já havia se espalhado. Foram direto para a sala do Diretor, que disparou com cara de poucos amigos:
- Fechem a porta. Onde vocês estavam?
Sinval foi o primeiro a falar:
- Em uma visita à cliente.
- Visita à cliente...
Falou o diretor, mostrando aquela calma que antecede o esporro.
- Pois eu estava voltando para o trabalho depois do almoço e vi o carro da firma estacionado em frente à uma “Sauna”, conhecida pela qualidade dos serviços prestados.
Nessa hora os dois baixaram a cabeça, esperando a demissão iminente.
- Mas, como eu tenho muita confiança e orgulho da minha equipe de vendas, tenho certeza de que vocês estavam lá a trabalho. Sendo assim, vocês tem até sexta-feira para apresentar o pedido. E, pelo tempo que vocês passaram com o cliente, espero que tenham fechado um grande negócio.

Pacheco e Sinval não foram demitidos, mas marcharam com uma bela nota, praticamente toda a comissão do trimestre. A Sauna ganhou a renovação de todo o seu material gráfico, comandas, cardápios e folders de divulgação. E o diretor, bom, o bem-humorado diretor deu muita risada com a cara dos dois.

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Jack DelaVega

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Conversa com DelaVega - Salário

Pessoal:

Esse é o podcast da semana com dicas de carreira feito em parceria com o pessoal do Baguete. Nesse mini-episódio eu explico a diferença entre qualificação e entrega de valor à empresa, e como isso está relacionado com salário.


[]s

Jack DelaVega