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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Pergunta do Leitor: Dicas para Estagiários

PERGUNTA DO LEITOR

Galera da Tribo:
Acompanho vocês a algum tempo e gosto bastante do textos, porém não lembro de algum que fale especificamente de estagiários. Estou no quarto semestre de administração e iniciei estágio em uma empresa a pouco mais de um mês. Vocês tem alguma dica em especial para estagiários ou o que tenho que fazer para ser contratado?
Abraço a todos.
Pergunta de CGF de Curitiba


RESPOSTA DA TRIBO

CGF:
Costumamos brincar aqui na Tribo que se somarmos os ensinamentos do Rocky com os do Poderoso Chefão temos mais conteúdo do que alguns cursos de MBA disponíveis no mercado. Mas filosofia de botequim à parte, lembro de algumas palavras do último filme do velho Balboa que vale à pena mencionar:

Minutos antes de começar o treinamento que mostra o Rocky correndo e comendo ovos crus nas ruas da Filadélfia ao som daquela musiquinha, o seu treinador dispara:
- Para vencer esse cara é preciso de Velocidade, o que você não tem. E os seus joelhos não agüentam mais a pressão, então ficar correndo no ringue para cansá-lo não é uma opção. Você está com artrite e tem depósitos de cálcio na maioria das juntas, trabalhar com um sparring não serve. Então o nosso trabalho será focado na boa e velha força bruta.

Sejamos honestos, força bruta é a principal, senão a única, vantagem que um estagiário pode oferecer, porque no começo de carreira a experiência e conhecimento técnico praticamente inexistem. No trabalho força bruta se traduz em comprometimento e vontade de aprender. Quem avalia um estagiário não espera que ele saiba tudo, mas espera sim que ele aprenda rápido. Encare o seu estágio como uma entrevista de emprego que pode levar de seis à dezoito meses. Aproveite esse tempo para aprender e mostrar o que você sabe fazer de melhor. Além disso, lembre-se que uma vez que experiência na função é algo que você não tem, os aspectos pessoais são ainda mais importantes, tais como facilidade de relacionamento, comunicação, etc.

Outro fator que serve para separar o "joio do trigo" diz respeito à postura profissional. Estagiários são comummente associados (justa ou injustamente) à falta de profissionalismo. É aquele sujeito que desaparece durante a semana de provas, chega atrasado depois da balada de quinta-feira, ou fica o tempo todo pendurado no celular mandando SMS para a nova namorada. Mostrar que você é diferente pode ser decisivo para conseguir ser "efetivado" na empresa.

Finalmente, preste atenção na empresa para não entrar em qualquer roubada. Todas experiências são válidas no início da nossa carreira, mas procure empresas relacionadas com os seus objetivos de carreira, de preferência na função que está buscando.

[]s
Jack DelaVega
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Envie sua pergunta para pergunte@tribodomouse.com.br. Se sua pergunta não foi selecionada essa semana, fique tranquilo, ela está em nosso banco de dados e poderá ser selecionada nas semanas seguintes.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Mantenha os Olhos no Futuro

Esses dias fui ao super-mercado. Quando comecei a fazer as compras, percebi que estava sem a lista de compras. A empregada e a Dr. Zamba haviam adicionado itens a mesma. Portanto, sem ela eu não era ninguém naquele super-mercado. Comecei a pensar porque não temos ainda uma lista que fica na geladeira (em um visor LCD), reconhece a escrita manual (transformando em texto) e que eu possa acessar o conteúdo dela tanto de uma página Web (se tiver com um celular com essa capacidade) ou através de uma mensagem SMS? Aliás, itens também poderiam ser incluídos através de mensagens SMS e via e-mails enviados para a geladeira. Você está no parque e lembra que quer fazer frango com requeijão à noite. Manda um SMS pro seu refrigerador e...PRONTO! Os itens foram incluídos e estarão a sua disposição na próxima ida ao super-mercado...

Enfim, sem as informações em mãos, decidi voltar para casa. Mas estava chovendo muito aquela noite. Como fui o primeiro a chegar, estava tudo escuro. Quis muito ter um controle remoto das luzes de casa. Sei que isso já existe (como o sistema X10), mas não gosto da forma como foi projetado. Basicamente, com o que existe hoje, tenho que modificar todas as luzes de casa, colocando um socket especial para que funcione, mudar o interruptor e ligar a central na minha rede elétrica, por onde os comandos serão enviados. Gostaria de uma solução mais simples, como ter as próprias lâmpadas inteligentes – não precisando trocar nada fixo em minha casa. As lâmpadas, além de possuirem acesso via WiFi ou IR, permitiram criar grupos, fazendo com que os dois lustres da sala, por exemplo, acendessem e apagassem quando eu pressionasse o botão “Sala”, que, por sua vez, apareceria no controle remoto, através de um visor de cristal líquido sensível ao toque, que permitiria ao usuário renomear e criar quantos botões quisesse. Ora, estou pedindo muito?

Apanhando uma chuva enquando tentava encontrar a chave de casa no escuro, entrei na minha residência e liguei as luzes. Subi as escadas e soltei meu cachorro. Tomei um banho e fui escrever esse post. Meu note estava sem bateria. Diabos, o carregador estava no andar de baixo! Quando a eletricidade sem fio irá se popularizar? O que meus netos irão dizer quando eu contar essa história, dizendo que tinha que pegar um carregador, ligar na parede e no notebook?

- Mas TV a cores existia vovô?
- Sim, isso já fazia tempo que nós tínhamos!
- Mas esquentavam leite ainda no fogão?
- Tá, chega de perguntas. Vamos ver esse filme em 3D logo...

Na manhã seguinte, indo para o serviço, lembrei que teria uma reunião aquele dia com meu time local e mais duas com times remotos, um na Irlanda e outro nos Estados Unidos. Fora isso, não tinha mais reuniões planejadas. Pensei que seria um dia ideal para se trabalhar de casa, através de Telepresença. Você já ouviu falar? É sensacional. Você faz uma reunião remota como se estivesse no local. Testes já foram feitos inclusive com holografia, que a tornam ainda mais real. Pensei em novamente ter que explicar para os meus netos porque todos os dias tinha que ir fisicamente para o mesmo local.

- Como assim, vovô? Mas qual era a vantagem?
- Tales, é que não tinha essa tecnologia de holografia ainda...
- Mas e como as pessoas se falavam quando a esposa ou o marido viajava?
- Ué, pelo telefone...
- Como assim?
- Podemos voltar ao nosso filme 3D?

Enfim, fico impressionado que, mesmo com tantos avanços na informática, muito pouco dessa tecnologia foi realmente integrada ao nosso dia-a-dia. Também fico impressionado em saber que hoje em dia ainda temos muita resistência em áreas como trabalhar de casa ou uso intensivo de tecnologia.

Você está preparado para os próximos avanços? Está pronto para utilizar computadores diariamente sem nem saber às vezes que está lindando com eles? E está pronto para ver seu emprego mudar, talvez radicalmente, nos próximos anos?

Se não está, prepare-se. Estamos perto da virada...

Dr. Zambol
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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Educação se Aprende em Casa

Em vários aspectos somos reflexo de nossos pais e da educação que recebemos em casa. Acredito em determinismo do meio, principalmente no que diz respeito aos valores. O fato de ainda lembrar de algumas das lições de meu pai reforça a minha tese.


Uma vez, ele me contou que quando estava no primário foi pego colando. O professor recebeu duas provas iguais e indagou quem havia copiado do outro. Meu pai assumiu a culpa, dando um passo à frente e confessando o delito. O professor, surpreso com a honestidade, resolveu manter a nota como uma recompensa pela atitude, contanto que ele prometesse não fazer isso novamente. Analisando essa história hoje, tenho lá minhas dúvidas se foi realmente verdade, mas o fato é que ela teve uma consequência direta no meu comportamento. De uma tacada só, ele me ensinou que assumir os erros é a coisa certa a se fazer e explicou como é desonesto colar na escola.


Anos mais tarde, tive a oportunidade de exercitar esses ensinamentos. Durante a faculdade fazia Kempo, uma arte marcial japonesa. Sempre gostei de artes marciais, pela filosofia e disciplina, apesar de nunca ter praticado por muito tempo. O Kempo possuía uma banca de instrutores bastante rígida. Os exames de faixa eram verdadeiros vestibulares onde grande parte dos alunos era reprovada. Eu estava fazendo um desses exames de faixa quando essa história aconteceu.


Durante o exame os instrutores bradavam os golpes a serem demonstrados e os alunos em linha executavam, todos ao mesmo tempo, o movimento em questão. Em um determinado golpe eu terminei com perna esquerda à frente, enquanto o sujeito ao meu lado terminou com a perna direita. Era óbvio que um de nós estava errado.
O instrutor perguntou incisivo:
- Qual de vocês está errado?
Mesmo sem ter certeza, até porque nessas horas é difícil ter certeza de alguma coisa, afirmei com convicção:
- É ele.
Meu colega nada respondeu.
Não era.
- Você está errado, vou descontar dez pontos de você por isso, é dez pontos dele por não ter contestado.
Fiquei arrasado. Até esse momento estava indo muito bem no exame, mas a partir daí, comecei a errar constantemente. Terminado o exame a banca perguntou se alguém tinha alguma coisa a dizer. Ergui o braço e pedi permissão para falar:
- Acho errado vocês tirarem dez pontos do meu colega, o erro foi meu. Podem tirar vinte pontos de mim se esse for o caso.
Democracia realmente não é o forte da filosofia Japonesa e a resposta veio à altura.
- Podemos tirar pontos de quem quisermos, essa banca é soberana para isso. Me surpreende você não confiar no senso de justiça dos seus instrutores e acreditar que realmente iríamos punir o seu colega por um erro seu.
Saí dali me sentindo mal, mas com a sensação do dever cumprido, passar no exame já não era mais tão importante.


Tenho acompanhado as prisões da Operação Satiagraha, que prendeu a quadrilha do banqueiro Daniel Dantas, e um fato em particular me chamou a atenção. Pelo menos dois dos acusados foram presos com seus filhos. Definitivamente, educação se aprende em casa.


[]s
Jack DelaVega

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Insatisfeito

Estou atualmente planejando minhas férias. Para mim, não há ocasião melhor para exercitar as habilidades de planejamento. Lá estou eu desenhando cenários, elencando restrições, tomando decisões.

Pra variar, não fiquei satisfeito com o resultado. Já fazem alguns anos que a lista de coisas por fazer só aumenta, e as restrições não permitem que eu corra atrás do prejuízo.

Agora que moro longe da família, um certo percentual do meu tempo de folga tem de ser dedicado a eles. Nada mais justo e ansiosamente aguardado. Este ano serão 3 semanas. Fora isso, existe a necessidade de aproveitar o verão (uma vez por ano no mínimo a minha pele branca tipo-Nerd tem que ser colocada à prova). Este ano será uma semana. Depois vem, claro, todos os lugares novos que quero visitar. A esta altura já estou em sérios apuros. A minha lista de viagens turísticas para esse ano incluía 3 países e 4 semanas no total. Obviamente não há mais espaço para isso. Dou um jeito e consigo adicionar umas 4 ou 5 cidades novas no plano usando os feriadões. Mas não adianta, não gosto do resultado final.

Começo a brincar então com as variáveis. E 'se' eu tivesse mais 6 semanas de tempo disponível? E se eu tivesse 2 vezes o orçamento? Bom, daí talvez eu pudesse adicionar aquelas viagens turísticas que eu falei, que para mim não contam mesmo como férias, já que o cara se cansa pra caramba de tanto correr pra cima e pra baixo, tirando foto de tudo e indo dormir pensando no dia seguinte. Por isso então eu incluiría umas boas 2 ou 3 semanas em uma praia paradisíaca ou uma pacata casa em uma vila no interior, só para realmente descansar e 'desconectar'. Desenho os cenários, rabisco as possibilidades e chego ao resultado final: hoje eu ficaria satisfeito com o dobro do salário e 4 meses de férias por ano.

Será pedir demais? Busco na Internet, Monster.com, outros sites, nada. Ninguém oferece um emprego destes. Está aí uma coisa que me motiva: abrir uma empresa em que esse tipo de coisa seja possível.

Ok, volto ao meu planejamento. Ainda restam algumas coisas a decidir e tudo tem de caber no orçamento e no tempo disponível. Malditas restrições. Até eu me livrar delas continuarei insatisfeito.

Reggie, the Engineer.
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Tribo Responde: Pergunta de SGP

Hoje estamos inaugurando nossa seção Tribo Responde, onde tentaremos, todas as quintas-feira, responder a uma pergunta selecionada entre as enviadas para pergunte@tribodomouse.com.br.

Se sua pergunta não foi selecionada essa semana, fique tranquilo, ela está em nosso banco de dados e poderá ser selecionada nas semanas seguintes.

Abaixo, segue a pergunta selecionada dessa semana, seguida da resposta. Obrigado a todos que enviaram suas perguntas.


PERGUNTA DO LEITOR


Boa tarde a todos. Sou um leitor da Tribo do Mouse, apresentada por um amigo meu daqui da empresa onde trabalho - uma fabrica de software.

Ha dois anos a nossa antiga empresa foi adquirida por uma das maiores fabricas de software do nosso Brasil, que por sinal é agora multi-nacional, estamos presente no Mexico, Argentina e Chile.

Durante o ano em que fomos 'adquiridos' outras empresas de segmentos diferentes também o foram.

O que nos surpreendeu foi o processo de transição realizado por ela (a Corporação), ficando bem aquém do que esperavamos, visto a imagem que tínhamos dela e do marketing que utilizam hoje. As pessoas, nesse processo, foram as mais esquecidas. Vale lembrar que em nosso segmento a principal matéria-prima dos produtos vendidos é o conhecimento dos profissionais que nela trabalham.

Hoje o discurso diplomático/político de diretores e gerentes não 'colam' mais ... comprar máquinas de café e falar que estão preocupados com os funcionários é um método de políticos de 30 anos atras.

Então a pergunta é: 'Até
quando as grandes organizações pensarão que temos 4 anos de idade ?'

Grande abraço.
SGP (nome mantido sob sigilo)


RESPOSTA DA TRIBO


Caro SGP, sua pergunta fez com que gerássemos uma discussão interna na Tribo sobre o tópico. Realmente é um tópico muito interessante para ser debatido. Minha resposta abaixo contém contribuições de Jack e Reggie.

No meu texto Quem Não Faz é Burro, trato exatamente do assunto de que não existe empresa boa ou má. Existe sim é empresa inteligente e burra. E inteligência aqui é manter os seus funcionários felizes, motivados, informados e querendo fazer mais pela empresa. Ora, o maior bem que uma empresa possui é seus funcionários – é o ouro da era moderna. Valorizar as pessoas é valorizar a própria empresa. Isso não é opcional para empresa alguma. Esse ponto é pacífico. Não fazer isso é declarar a falência a longo ou até médio e curto prazo.

Mas gostaria de lembrá-lo que situações de aquisição e fusão são exceções – e dessa forma é que são tratadas. Basta lembrar do que ocorre quando da descompressão da cabine de um avião. Você lembra as instruções que as aeromoças insistentemente passam aos passageiros? Antes coloque a sua máscara, depois dê auxílio para outros. Mesmo se for uma criança de 2 anos indefesa ao seu lado, não tente ajudá-la antes, pois você pode perder a consciência no meio do processo, fazendo com que você prejudique você mesmo e a pessoa ao lado (não conseguindo mais ajudá-la).

Uma situação de aquisição é semelhante. As pessoas de nível mais alto (vice-presidentes, diretores e gerentes – necessariamente nessa ordem), estão colocando as máscaras em si, encontrando o seu lugar nessa nova organização, para então conseguir ajudar as pessoas abaixo dela. Realmente, se ela não conseguir encontrar uma posição para ela, talvez não consiga ajudar sua equipe em nada. Portanto, podemos até discutir as formas como se deve fazer isso, mas realmente não faz sentido tentar colocar a máscara nas outras pessoas antes.

Mas não pense que estou defendendo essa atitude imprudentemente. Meu ponto acima nos leva a uma de duas conseqüências: ou o avião baixa de altitude para não ter tantos problemas com a descompressão e faz a turbulência parar ou ele cai e explode. Ou seja, a turbulência tem que parar um dia ou o avião em breve não vai mais existir, matando ainda todos dentro. E quanto antes a turbulência parar, melhor.

No meu texto Ao Fim da Bolha de Burrice, confirmo que a instabilidade duradoura distrói qualquer possibilidade de manter o funcionário concentrado e fazendo um bom trabalho. O tempo que uma pessoa aguenta nessa situação varia muito. Pessoas nervosas e mais imediatistas são as que tendem a explodir mais rápido - acabam saindo da empresa ou não realizando mais seu trabalho direito, tamanha a tensão e o nervosismo. Outras, mais calmas e otimistas, conseguem aguentar mais tempo – e às vezes colhem ótimos frutos dessa espera. Mas seja quem for, será afetado na turbulência. E é simplesmente inviável estar numa situação dessas por muito tempo. Então, a empresa deve fazer um plano de ação rápido e efetivo para finalizar toda a nova organização e deixar todos seguros novamente.

Entendo a sua indignação SGP, mas tente entender o processo de exceção e veja se realmente vale a pena esperar. Como disse acima, às vezes a espera traz bons frutos. Outras vezes, uma fase longa dessas é realmente o indicativo de uma má gestão, que pode só piorar as coisas com o tempo.

Mais importante de tudo, ache a sua máscara e coloque logo no rosto. Se sentir que não tem solução, pule do avião. Nessas horas, manter-se atualizado e com as habilidades que o mercado está pedindo, faz toda a diferença - será o seu pára-quedas.

Obrigado pela sua excelente pergunta e continue conosco!

Dr. Zambol
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A seção Tribo Responde seleciona perguntas enviadas para pergunte@tribodomouse.com.br. Envie já a sua!

Leia Mais:
- Texto de Jack: É Preciso Acreditar
- Texto de Reggie: A Queda da Democracia (ou Por que não fazer diferente?)
- Texto de Reggie: Dilbert e a Mudança

terça-feira, 15 de julho de 2008

Tribo Responde

Pessoal:
Freqüentemente recebemos perguntas dos nossos leitores relacionadas aos tópicos que abordamos aqui na Tribo, tais como carreira e liderança. Como na maioria dos casos esses e-mails resultam em boas discussões, resolvemos abrir um espaço para perguntas no site, que serão publicadas toda quinta-feira. Para participar envie sua pergunta para pergunte@tribodomouse.com.br, toda a semana vamos publicar pelo menos uma pergunta de leitor.

Abraços
Jack, Reggie e Zambol.